Por Digifarma em 27/07/2016 10:59:24

Consulta farmacêutica ajuda a reduzir riscos

Ação conjunta do médico e farmacêutico é vital para o paciente


farmaceutico

 

Como definido pela legislação vigente, a exemplo da RDC 44/2009 da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) e a Lei 13021/14, a farmácia é uma “unidade de prestação de serviços destinada a prestar assistência farmacêutica, assistência à saúde e orientação sanitária individual e coletiva”.

 

A farmacêutica Cristiane Feijó também destaca as resoluções do Conselho Federal de Farmácia (Nº 585 e Nº 586), onde fica determinado que os farmacêuticos - no exercício de suas atividades - deve proceder o acompanhamento farmacoterapêutico, estabelecer protocolos de vigilância farmacológica dos medicamentos, assim como o perfil farmacoterapêutico dos pacientes.

 

Medidas emergenciais

É fato que a saúde pública brasileira necessita de medidas emergenciais. Neste sentido, Cristiane cita como exemplo uma pesquisa recente realizada pelo Instituto Brasileiro de Opinião Pública e Estatística (Ibope), quando foram ouvidas 2.002 pessoas de 143 municípios, onde foi constada que a falta de orientação é um agravante. Conforme o instituto de pesquisa, 20% dos entrevistados são portadores de doenças crônicas (hipertensão e diabetes), enquanto 53% não seguem as recomendações clínicas corretamente e 22% não costumam concluir os tratamentos.

 

"A idealização dos novos serviços foi possível com a sanção da Lei Nº13.021/14, que além de abranger a aplicação de vacinas e testes rápidos (funcionando como uma espécie de triagem), colocou o farmacêutico em evidência. Concedeu ao profissional mais autonomia e segurança para o exercício de sua função", justifica Cristiane. Neste sentido, cita como exemplo "o respaldo legal que o especialista tem para manter o histórico do paciente, com o objetivo de orientá-lo sobre como interagir com sua doença". Lembrou, no entanto, que a lei que amplia e valoriza o papel do farmacêutico ainda depende de aprovação da Anvisa.

 

Atendimento humanizado

Os profissionais de saúde são convidados a enxergar o paciente “por uma lente” que não seja aquela “biologizante, mecanicista e normalizadora”. Ter empatia pelo outro e uma escuta ativa capaz de prevenir doenças e promover a cura são premissas do atendimento humanizado. Segundo Cristiane Feijó, o farmacêutico é um profissional de saúde pública que desempenha suas ações no seu âmbito de atuação, fortalecendo o trabalho realizado pela equipe de múltiplos profissionais de saúde.

 

“Pesquisas comprovam que o comprometimento do paciente com o farmacêutico aumenta a adesão ao tratamento e minimiza as rupturas. No acompanhamento farmacoterapêutico o profissional deve se responsabilizar para que o medicamento prescrito seja seguro e eficaz, na posologia correta e que resulte no efeito terapêutico desejado. Além disso, deve atentar para que, ao longo do tratamento, as reações adversas sejam as menores possíveis e, quando surgirem, possam ser resolvidas imediatamente”, conclui a farmacêutica.

 

Atenção farmacêutica para os clientes

Farmacêuticos (em tempo integral), disponibilizarão serviços como: acompanhamento do tratamento prescrito pelo médico, revisão da medicação, esclarecimento de dúvidas, assistência aos portadores de diabetes, hipertensão arterial, risco cardiovascular, asma, além de prestar auxílio na perda de peso e parar de fumar, autocuidado e perfuração do lóbulo auricular.

 

Fonte: Guia da Farmácia


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