Por Digifarma em 05/10/2015 11:36:47

Fluxo de Caixa. Não Hesite: faça e bem-feito!

Não é exagero afirmar que o que "quebra" as empresas não é a falta de venda, mas o desequilibro do fluxo de caixa


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Que o mercado farmacêutico, até o presente momento, passa quase incólume diante da crise não resta a menor dúvida. No entanto, não se deve ignorar a necessidade de adoção de medidas de contenção e até mesmo redução de despesas, com o objetivo de garantir a saúde do fluxo de caixa da farmácia.


E por falar em Fluxo de Caixa, eis aqui o objeto de maior preocupação, para todo e sempre, principalmente neste momento em que os bancos acenam com redução do crédito e os fornecedores consequentemente também reduzem os prazos concedidos, elevando-se consideravelmente o índice de inadimplência nas vendas executadas para quem adota crediário. Diante desse quadro, não é exagero afirmar que o que “quebra” as empresas não é necessariamente a falta de venda, mas o desequilibro do fluxo de caixa. Ou seja: o fato de sair mais dinheiro do que entrou. Dizemos, nesse caso, que a empresa não tem prejuízo, mas a persistir tal desequilíbrio por tantos meses, isso acaba por inviabilizar as operações da farmácia.


Quais os principais fatores que afetam o fluxo de caixa da farmácia?


Desajustes nos prazos de pagamento aos fornecedores

Para evitar problemas nesse item, é importante monitorar um importante indicador chamado “Posicionamento Relativo”, que mede a relação entre o tempo médio que a farmácia leva para receber de seus clientes e o tempo médio que leva para pagar seus fornecedores.

Posicionamento Relativo = prazo médio de recebimento dos clientes / prazo médio de pagamento aos fornecedores

Essa relação deve sempre gerar um valor menor ou igual a 1 e significa que a farmácia não está degradando o seu capital de giro para pagar fornecedores em decorrência do desajuste de prazos.

Esse é o indicador a quem o gestor deve sempre recorrer para decidir quando é melhor comprar a prazo ou à vista.


Rotação de Contas a Receber = 360 (vendas anuais a crédito/contas a receber)

Esse indicador é utilizado para medir a velocidade com que a empresa converte em dinheiro as vendas a prazo. E pode ser calculado a qualquer tempo, bastando para isso substituir, na fórmula acima, o número de dias e a totalização de vendas no crédito proporcionalmente ao número de dias calculados.


Ausência e Falta de Determinação do Capital de Giro (Caixa Mínimo Necessário)

É fundamental determinar a quantidade de dinheiro que a empresa precisa manter em caixa para suportar o pagamento dos fornecedores e despesas. Seguir corretamente esse valor é fundamental para preservar o lucro e posterior fluxo de caixa da farmácia.


Com tais medidas, certamente a crise não passará nem perto da sua farmácia.


Fonte: ABCFARMA


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