Por Digifarma em 18/12/2015 09:39:18

Promoção eficiente pode aumentar o tíquete médio e beneficiar o estabelecimento

Ofertas levam o consumidor a circular mais pela farmácia buscando novas oportunidades


 

Quem não gosta de uma promoção? Elas chamam a atenção dos consumidores, podem estimulá-los a se interessar pelo produto ou serviço, gerando um primeiro contato com a marca. E mesmo que não venha a realizar a compra, o famoso “boca a boca” divulga a ação. Para promover ainda mais o ponto de venda e seus serviços, é preciso, antes de qualquer coisa, entender o perfil dos clientes. “O varejista deve analisar quem é o público consumidor daquela região onde o estabelecimento se encontra, entender de que forma está posicionada no mercado, para então definir qual ação será tomada”, afirma a diretora executiva da Smollan Group, Luciana Barreto.

 

Para o professor de gerenciamento de comunicação com o mercado da ESPM Rio, Mauro Pacanowski, o desenvolvimento da área de Higiene Pessoal, Perfumaria e Cosméticos (HPC) constitui em força de vendas significativa, pois agrega o apelo emocional a um negócio teoricamente voltado para melhoria de patologias, ou seja, a cura significa racionalidade na comercialização de medicamentos. “Portanto, trazer vaidade, ego, estética e melhorar a aparência eleva a autoestima e consequentemente as vendas. Importante ter os indicadores de desempenho, fato pouco explorado pelo varejo atualmente”.

 

Planejar é preciso!

 

Tanto pela parte emocional quanto racional, as promoções mexem com o cotidiano, saem da rotina e levam o consumidor a circular mais pela farmácia buscando sempre novas oportunidades. O impacto vai depender da forma e das ferramentas a serem utilizadas. Para uma promoção eficiente dos itens de higiene e beleza, o planejamento se faz necessário. Segundo Pacanowski, esse planejamento consiste em:

 

1. Identificar o problema/oportunidade que a promoção resolverá;

2. Definir claramente os objetivos e metas;

3. Identificar o público-alvo;

4. Desenvolver a ideia da promoção;

5. Delinear área geográfica;

6. Definir canal de distribuição, comunicação e material promocional;

7. Elaborar planilha de custo.

 

Dependendo dos objetivos traçados, pode-se utilizar uma gama de benefícios, entre eles: sorteio, concurso, vale-brinde, oferta, desconto, amostras grátis, degustações, demonstrações e brindes.

 

“Além de investir na ponta de gôndola, o ideal é montar cada uma delas em volta da própria seção com produtos de segmentos diferentes, como xampu, creme de barbear, dermocreme, sabonete líquido, entre outros”, garante a consultora e presidente do Instituto de Estudos em Varejo (IEV), Regina Blessa.

 

A utilização de materiais enviados pela própria indústria também é eficiente, pois podem ajudar na confecção de materiais promocionais, preparar e desenvolver kits, trabalhar a divulgação e desenvolver táticas de exposição, além de oferecerem brindes. No caso de estabelecimentos de pequeno porte, que não têm contato com a indústria, simples ações já atraem o consumidor.

 

Fonte: Guia da Farmácia


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